The other half of me

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A Inglaterra é um país pequeno, e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário, e o túmulo era utilizado para outro defunto. Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, como usamos hoje.

(Source: A-NERD-GIRL, via fucking-whor3)

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Não sei ao certo o que estou sentindo. Uma mistura de saudade, com desejo de não te ver mais; uma esperança, que se dissipa em instantes e se torna outra vez desilusão. Dor e alívio, amor e indiferença, alegria e… tristeza
13/02/2014. 1 mês e 1 dia sem ele… (via diario-de-saudades)

(via reencontramoss)